sábado, 26 de novembro de 2011

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Canelas By Night...

Tenho as pernas doridas. Não sei como arranjei isto, mas duma semana que prometia ser parada, lá arranjei tempo para 100 km de bike e dez de corrida.

Terça feira, subi a barragem em crank´s, para tentar bater o meu recorde pessoal. Falhei por pouco, mas valeu pelo esforço. Toda a subida a pedalar de pé.
Quinta, aproveitando a minha estadia no Porto Alto e longe das bikes, calcei umas sapatilhas e bota. Uma hora e cerca de 10 Km a dar ao zainete.
Ontem, com dois fantásticos companheiros (Daniel e Root), lá atacamos um nocturno cheios de vontade e já com alguma dureza.

Este começou no Gaia Hotel, e atacamos logo a subida da Calçada da Vandoma, para depois virmos a Gaia e só terminar a volta na Serra de Canelas, com muito trilho técnico que de noite mais técnico fica, hehe.

Se não pedalares...

domingo, 20 de novembro de 2011

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Regresso a Valongo...

Um excelente regresso. Já há muito que não ía a Valongo pedalar e desta vez, com o nosso guia de luxo nos comandos, tivemos direito a tudo o que de melhor estes trilhos tinham para nos dar.

Apanhamos bom tempo, mas as chuvas impiedosas que fustigaram os terrenos nestes últimos dias, deixaram os trilhos perfeitos. Pequenos riachos para atravessar, terreno compacto e escorregadio, como se gosta nestas lides e um pequeno grupo de amigos, que não deixaram a boa disposição em casa.

Pena as duas quedas, do Miguel e do Root, que espero eu, não tenham deixado mazelas.

Se não pedalares...

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

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Belo passeio de fim de tarde com o Furriel.



Fininhas afinadas e lá fomos palmilhar as belas margens do Douro e das praias de Gaia numa volta de 65 km.
Sem paragens e com um ritmo excelente, lá fizemos todo o percurso quase sem dar por ela. Evidentemente a "boa onda" contribuiu para isso, sendo que a conversa foi sempre animada.


As fininhas foram uma boa escolha, pois o tempo deu algumas tréguas com céu limpo e pouco vento, coisa que parece que já muda nas próximas horas e aí, lá voltamos ao BTT.


PS - A foto... é da Liz Hatch e só a coloquei porque a acho uma excelente foto. :)


Se não pedalares...



sábado, 12 de novembro de 2011

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Só tinha duas horinhas para pedalar e nessas duas horas já tinha de contar com o banho e muda de roupa, então não saí do meu quintal e entre Vilar de Andorinho, Canelas e Pedroso, fiz a festa.
Muito vento e surpreendentemente vento quente demais para esta época, lá fiz uns míseros 22 km com cerca de 500 mts de subidas na companhia da Stumpy.
Se não pedalares...

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

8216,15...


Ontem foi dia de nocturno, numa passeata que se revelou bastante proveitosa pois tudo indica que foi ela quem mais ajudou a pontapear a gripe do corpo. Três dias a comprimidos que pouco ajudaram, quando uma suadela bem dada em cima duma bike resolve logo. Ainda por cima um método de cura bem mais prazeiroso e saudável.
O percurso não fugiu à regra dos passeios relãmpagos a meio da semana. Tinha de ser relativamente rápido de executar, mas que não fosse aborrecido.
Assim sendo, ao saír de casa, subi logo ao Monte da Virgem para iniciar uma longa descida até à beira rio, na qual se inclui essa belíssima paisagem que se vê na foto. Foto essa, que infelizmente, nem de perto nem de longe, faz justiça ao cenário.
Da beira rio é sempre de gaz a fundo até à Granja, aonde atravessando a linha para Este, se inicia a subida até casa. Esta subida, embora não muito exigente é certinha e vai deixando mossa, se se abusar.
A malta de Gaia já conhece este trajecto de cor e salteado, mas para mim, continua a ser um dos favoritos. A aproximação ao Douro, bem como a marginal das praias de Gaia têm um encanto muito próprio, não fosse o vento norte a fustigar forte muitas vezes nesta zona e seria mesmo perfeito para um nocturno de 1h30.
Por esta semana está feito e resta o fim de semana para pegar na fininha, num passeio mais alargado, isto se estiver bom tempo, senão... LAMA!
Se não pedalares...

domingo, 6 de novembro de 2011

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Furadouro!

Será que é desta que começo a actualizar o Blog com vontade? Na verdade, a falta de passeios épicos, assim como uma falta de tempo incrível para dedicar a este cantinho, levaram-me a ponderar acabar mesmo com ele, mas ia fazer uma grande asneira e repetida.

É neste apontamento que vou descrevendo o melhor do desporto que vou praticando e isso no futuro irá valer ouro. São registos que ficaram para sempre na "nuvem", para mais tarde recordar, como diria o anúncio da Kodak.

Sendo assim fica a promessa de ir aqui relatando as minhas voltas, pelo menos as mais interessantes.

Hoje fui com os meus amigos Daniel e Fernando de fininha ao Furadouro, naquela que foi a primeira volta com temperaturas invernais. Jasus ca frio!!!
Estando eu constipado, nem dá para imaginar o que passei e o mais engraçado e louco é que mesmo assim foi espectacular.

estas voltas de fininha vão ser cada vez mais escassas, agora com a chegada do mau tempo e com o fim destas vêm os passeios de btt, com as suas imponentes paisagens, terrenos pesados e lamacentos e sempre de grande diversão.
Estes permitem sempre boas fotos e penso que tenho mesmo de começar a disparar umas chapas, pois eu adoro ver fotos nos blogs dos outros e sei que esperam o mesmo do meu. Fica essa promessa também.

Agora vou tratar da gripe, pois esta está forte a trepar por mim acima, que terça feira quero voltar aos treinos.

Se não pedalares...

terça-feira, 21 de junho de 2011

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Com mais de cerca de 600 km percorridos desde o último post, venho aqui relatar aquilo que já se está a tornar um vício perigoso.


O gosto pela dor pode tornar-se viciante e algumas das aventuras em que me vou metendo com outros tantos loucos como eu (quase sempre os mesmos), leva-me a pensar que estamos a deixar o lado "sensível" deste desporto, para mergulharmos numa espécie de loucura, aonde os limites impostos são os dos nossos corpos, pois mentalmente está provado que somos um grupo de dementes.


S. Macário ou o torturador de S. Pedro do Sul


O convite já estava feito antes até do outro demente passeio, a Volta aos Mecos de Gaia, mas primeiro jogamos em casa, na nossa zona de conforto.


Neste domingo, lá estavamos nós às 08h00 pontualmente, para encontrar os amigos estranhos que usam licra e esferovite na cabeça. Grifo André e Luís. Os nossos: Furriel, o primo dele, o Fernando e eu próprio.

08h15 partíamos para o que iria ser mais uma sessão de 12h00 em cima dum selim.


Desde manhã cedo que a par da beleza das paisagens e do bom companheirismo, íamos ouvindo o André a dizer para nos pouparmos, pois só a seguir ao almoço, começaria o verdadeiro passeio ao S. Macário. Coisa estranha, pois para mim a dureza começou logo nas primeiras pedaladas, não estivessemos nós a pedalar na Freita.

Ele não mentia!Os primeiros 40 km, tirando uma ou outra subida/descida mais dura, faziam-se bastante bem e como recompensa logo a seguir ao almoço, subiamos ao S. Macário e depois deste fazíamos a descida do dia até a um afluente do Rio Paiva, que nos proporcionou um momento deveras recomfortante para o que se iría seguir. Aquele banho FOI importante!

Depois do rio, tudo muda. Primeiro uma subida com cerca de 10 km, e que por diversas vezes passa a marca dos 20 % de inclinação seguida duma descida técnica e enervante, para logo depois termos os finais 20 Km em acumulado ascendente .


É ao km 72, que se prova que somos dementes. Guardar uma das secções mais duras do percurso para esta fase é de loucos, pois já há muito que abastecimentos sólidos tinham acabado e líquidos poucos haviam.


Mas o track é assim mesmo e para a próxima não me engana, sim para a próxima, pois sendo eu um dos mais dementes, vou lá voltar muito em breve para torturar esse... S. Macário.


Fotos Furriel: Aqui


Fotos Grifo: Aqui


Se não pedalares...

terça-feira, 31 de maio de 2011

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6 mecos 2011 por silvioferraz no Garmin Connect - Detalhes



Quando em 2009, me meti na chamada :"Volta aos Mecos", não fazia ideia no que me estava a meter. Empeno Brutal, dia inteiro a pedalar e em terreno muito pouco simpático para o efeito.

Já no passado domingo (29/05/2011), sabia muito bem que ía levar outro igual ou pior, pois para mim, esta versão dos mecos (Mecos de Gaia), é bem mais dura.
Os mecos a visitar nesta versão são sete: Monte da Virgem, Arnelas, Marco dos 4 Conselhos, Monte S. Domingos, Serra da Boneca, Santa Iria e Serra de Pias. Ufa que até cansa só de escrever. Os artistas (Grifo, Fernando, Furriel, Filipe, Bruno e Sílvio), resistentes que fizeram 6 dos 7 mecos foram corajosos, pois durante o dia apanhamos de tudo. Uma amplitude térmica fora do vulgar (17 a 33º), sol abrasador, chuva e vento, ou seja, foi um dia com um clima muito instável que nos acompanhou.

A partida para a aventura começou às 08h00 da manhã e logo se começa a subir, para o primeiro meco que é o do Monte da Virgem. Este foi feito numa hora, com alguns contratempos pelo meio. O Miguel furou e obrigou-nos a uma paragem logo a começar. Foto tirada no meco e lá arrancamos para a bela Vila de Arnelas, com a sua descida vertiginosa e subida a condizer. 10h00 da manhã e segunda foto tirada.
Próximo passo, almoço em Canedo, mas para lá chegar ainda iriamos ter o prazer de pedalar por alguns dos melhores trilhos de Gaia e a companhia do Miguel Nunes e do Root, que em Canedo acabariam por desistir. Dada a dureza do percurso, era de esperar algumas baixas.
Barriguinha forrada, lá arrancamos para o meco seguinte e aqui é que as dificuldades começam a apertar, com subidas bastante longas, debaixo dum sol intenso e com temperaturas sempre acima de 30º Célsius. Duro! Foi também aqui que a bela Rocky Mountain Element, emprestada pelo João Marinho ao Filipe se começou a queixar dos rolamentos da pedaleira e do cubo traseiro. Começamos a ver as coisas mal paradas e não fosse o Filipe um guerreiro, tinha acabado logo ali. Nem pensar, o que a bike precisava era dum aumento de ritmo a que o Filipe correspondeu e os rolamentos lá começaram a girar. Mais umas fotos no 3º meco e aqui começavam a surgir paisagens muito boas, cujas máquinas de fotografar imortalizaram.
Arranque para um dos montes mais duros. S. Domingos!
Fácil de resumir. Depois de atravessar o rio Arda em Canedo, a ordem á subir, subir e quando se pensava que não subia mais, subir outra vez. Quando se chega lá ao alto, UAU! Lá começam as máquinas a disparar em tudo quanto é direcção.
Hidratar, comer algo, pois do Monte de S. Domingos víamos perfeitamente o que nos esperava. Serra da Boneca, que para lá chegarmos ainda tinhamos muito que andar, cerca de 30 Km, até ao início da subida e depois uns 10 Km a dar duro para atingir o ponto mais alto do passeio, 507 mts de altitude e já todos a pensar que afinal íamos conseguir, pois o pior já passou. Nem por isso!
A trovoada que sempre ouviamos ao longe durante todo o dia, finalmente apanhou-nos e com ela veio a chuva e o frio e dali para a frente tudo mudou, menos a boa disposição, hehe.
Desce outra vez e lá fomos atacar o meco que está escondido. Santa Iria que íria mesmo ser o último, pois só dois de nós traziamos luzes (não foi por falta de aviso), e a noite já caía serrada. Todos estavamos extremamente cansados, mas tenho a certeza que com luzes ninguém iria para casa sem visitar o último e talvez o mais fácil dos mecos todos. PIAS!

Eram 23h00 quando chegamos ao ponto de encontro, depois dum dia de camaradagem, dureza, boa disposição e de puro btt. Como disse o Bruno: "Vocês a fazerem Btt assim, vão morrer cedo!"
Nem por isso, vamos é viver mais tempo para fazermos muitos destes.

FOTOS

FOTOS

FOTOS

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domingo, 22 de maio de 2011

3399,92...

Capela por silvioferraz no Garmin Connect - Detalhes

Depois desta semana, ter passado na bela estrada N319, que liga Sobreda a S. Vicente, fiquei guloso e não podia de deixar de a visitar, desta feita de bike. Então faz-se o convite, acertam-se as agulhas e ao apelo responderam o MNunes, o Fernando Socorro e o Furriel.

O ponto de encontro foi no Museu da Imprensa e de lá partimos para um passeio feito a grande ritmo, que nos levou sempre junto às margens do Douro até Entre os Rios, aonde apanhamos de seguida a mítica estrada com os seus 7 km de ascendente positivo, aguardando-nos do outro lado algo como outros 10, mas desta feita a descer. A subida foi feita a bom ritmo e da descida só posso quantificar de alucinante.

Foram 105 km de puro prazer e com 28 Km/h de média, em grande companhia. Um passeio que vai ficar na retina muito tempo.

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domingo, 15 de maio de 2011

3177,49...




http://connect.garmin.com/activity/85594617


3000 estão feitos e com dois passeios de grande nível. Se no sábado meti ao monte, de forma a rever alguns dos trilhos dos mecos de Gaia, no domingo foi um revisitar a Arouca, na asfáltica.

O passeio a Arouca que já fiz algumas vezes deixa sempre na retina imagens de uma beleza natural incomparável e o facto de passar junto ao Douro num ponto bastante alto, contribui e de que maneira para tal facto. Sem dúvida uma zona abençoada e à qual nem sempre nós (os nativos) damos a devida atenção.

Nos dois dias tive a excelente companhia do David. No sábado o Pedro souto juntou-se a nós e no domingo o valente que me acompanhou em grande forma foi o Fernando.

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domingo, 8 de maio de 2011

2921,95...

Sem título por silvioferraz no Garmin Connect - Detalhes

Depois da tempestade, vem a bonança. Hoje a volta foi de recuperação!

Se não pedalares...

sábado, 7 de maio de 2011

2880,95...


Recon Mecos 0705 por silvioferraz no Garmin Connect - Detalhes

Mais um bom pedaço da Volta aos Mecos reconhecida. A saída foi com o Furriel em direcção por estrada até Canedo aonde o Marco dos 4 Conselhos, era o objectivo a atingir.

O objectivo foi cumprido, mas agora os reconhecimentos começam a chegar ao ponto mais distante de casa o que obriga a grandes tiradas e grandes empenos. A solução, penso que passa por agora, reconhecer todo o restante trajecto de uma vez, fazendo com que o regresso a casa se faça mesmo pelo traçado. Assim matam-se dois coelhos duma cajadada só,

A faltar:

Capela de S. domingos
Serra da Boneca
Serra de Pias

O resto é canja de galinha.

Se não pedalares...

domingo, 1 de maio de 2011

2715,71...


Sem título por silvioferraz no Garmin Connect - Detalhes

Depois de me ter comprometido com o meu amigo Grifo em percorrer numa data próxima os Mecos de Gaia, recomecei hoje a fazer o reconhecimento dos trilhos, pois sei que alguns, foram cortados por novas estrada e afins. É preciso arranjar alternativas a esses de modo a tornar o passeio fluído e agradável.

Então desta vez, encontrei-me com o batoteiro Joel, no Cais de Gaia, que é donde o passeio arranca e como destino tínhamos Argoncilhe, pois só uma parte dos trilhos eu conhecia. O objectivo foi cumprido e a primeira parte do passeio está reconhecida com as alternativas devidamente criadas até lá. Fica a faltar a parte mais complicada. A que fica entre Argoncilhe e a Barragem, que é onde os trilhos foram mais destruídos pela nova A41. Esta numa viagem faz-se. Depois é passar para o lado do Porto aonde teremos mais trabalho do duro.

Do que fiz até agora posso dizer que o trajecto é durinho, parecendo que só sobe. Subidas longas e técnicas e descidas ultra rápidas.

Se não pedalares...

sábado, 30 de abril de 2011